As aventuras de Mini e Maxi · criando meninas

Cólica dos bebés, quatro anos depois

Passados já do equador desse desafio de 30 dias para arrumar o blog, resolvi dar uma olhada nas estatísticas. Qual não foi minha surpresa si ver que a maioria dos visitantes chega por algum motor de busca, le o que buscava e algo mais, más também que os posts mais lidos são do tempo em que a Ana era pequena. O mais de todos, ever, é sobre a cólica dos bebês, provavelmente o maior pesadelo das mães. Em homenagem,  e para dar um pouco mais de luz sobre o assunto, volto a escrever sobre o tema.
O primeiro e mais importante sobre os cólicos é que igual a você, sua bebê não sabe o que lhe está passando, e isso é fonte primária de angústia para ela também. Por isso, apesar de tudo, sua função primeira é manter a calma e transmití-la a bebê.
A segunda, é que há realmente dois tipos de cólicos. Um que é resultado da digestão e são realmente gases. Para esse existe remédio, massagem, shantala, bolsa de água quente, simpatía, vídeo e livro do bebê mais feliz do pedaço , banho de balde e o que mais sua imaginação permitir.

Minha amiga e homeopata, a Dra. Shé, me ensinou recentemente uma massagem eficiente e divertida, para fazer a qualquer hora. Deixe a bebê deitada de costas, olhando você. Dobre as pernas em direção ao corpo e balance suavemente o quadril pra um lado e pro outro, por uns cinco minutos. Ajuda os movimentos intestinais e por isso diminui a chance de ter este tipo de cólica. A hora da massagem deve ser uma hora tranquila, não a hora em que ela está agitada, com dor. Escolha por exemplo a hora de trocar a fralda, se ela não for como a minha Bea, que parecia que tinha prego nas costas. Outra coisa que se pode observar é a reação da bebê aos alimentos ingeridos pela mãe, tipo feijão e leite. Mas também não pode deixar a mãe a pão e água, nem passando vontade, pra passar essa dor. Porque se a bebê chora sempre, com qualquer comida, talvez o caso seja o da outra cólica.

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Baby crying Alice in Woderland

A cólica do lactante acontece geralmente todos os dias à mesma hora, dura um período mais ou menos igual e do jeito que veio vai embora. Você pode mudar a alimentação, fazer massagem, deixar horas no banho quentinho, por a mão na barriga e não adianta realmente de nada. Quando chega a hora, o bebê para e dorme, de tão cansado. A mãe também está cansada e se sentindo impotente. O dr. Karp, diz que nessas horas vale dar a bebê para alguém que está tranquilo. É quase como se na mesma fazer tudo isso ou absolutamente nada. A diferença é que você sabe que  isso também passa, que essa uma hora inteira chorando não é eterna e que não se conhece bebês de 1 ano – para dizer alguma coisa – que tenham cólica de lactante. E se tudo isso não funciona, pelo menos serve para a bebê saber que pode contar com você. E isso é de certa forma um grande presente, uma ótima oportunidade de criar aquele vínculo mãe-filha, que é o que vai ficar, quando essa dor maldita desaparecer. Encare como uma dor de crescimento, dê colo, carinho, chamego, peito, e deixe o tempo rolar.

Depois de ter passado por isso duas vezes, só posso confirmar que cada bebê é um mundo e que cada vez é como se fosse a primeira. Lembro que com a Ana foi duro, eu pensava até em levar a menina na vizinha, porque não tinha o que fazer. Fizemos juntas ioga, massagem, muito chamego. E um dia passou. Com Beatriz não tinha tanto tempo, nem respeito pelas horas de sono, nem ioga. Mas pude levá-la numa osteopata, mão de santo mesmo para os bebês. Ajudou com tudo, mas principalmente com a minha tranquilidade, de saber que fiz tudo que estava ao meu alcance para a pequena se sentir melhor. E um dia passou.

Beatriz e Ana ainda choram muito, mas por outros motivos.

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