As aventuras de Mini e Maxi · bitácora · Maricotinha e o Vampiro · sala de estar

Resumo do ano e outras notícias

Dois mil e catorze é o ano em que a Ana vai fazer cinco anos. É o que ela vem repetindo desde o primeiro minuto deste novo ano. Se deus quiser, vai ser isso e muito mais. Passei os últimos dias pensando muito sobre as tais resoluções de ano, mas de momento tudo o que eu consegui foi planejar atualizar o blog uma vez por semana. E hoje é o dia!
Também decidi começar um novo blog, mas isso ainda está só na minha cabeça. É uma idéia antiga, mas que eu não tinha visualizado bem como ia acontecer. E no fim das contas, tem coisas que a gente tem que fazer no susto. Dar o primeiro passo e depois ir fazendo. Com um plano, um esboço, mas sem estar calculado até o ultimo detalhe. É como ter um filho, ou fazer aquela viagem que vai mudar a sua vida. Se a gente espera o momento certo, acaba nunca saindo do lugar, da nossa zona de conforto.
Em 2013 eu passei o tempo todo na minha zona de conforto, mas não sem uma certa crise de identidade. Começamos o ano no calor do Brasil e da família. Voltei ao trabalho e me mudaram de setor, foi como um prêmio. O chefe mudou e ficou tudo mais relaxado. Por muito que o trabalho não seja estimulante, criativo, etc. me da até vergonha dizer que quero outra coisa, porque me da tempo de estar com as meninas, é bastante seguro e faço um trabalho que é muito importante para a comunidade brasileira. A Beatriz começou na creche, mas antes passou quase dois meses com meus sogros, aqui mesmo na minha casa. Foi uma experiência intensa e não sempre fácil, ainda mais pra mim que saí de casa a primeira vez aos 19 anos. Depois veio a minha mãe e também deu uma super mão e aguentou bem o verão da Ana, porque a Bea só não teve creche em agosto mesmo. Aí fizemos uma mega roadtrip em agosto, passando por França, Itália, Hungria, Áustria, Romênia, Suíça e Alemanha. E na Romênia pudemos conhecer lugares novos e super bonitos e interessantes, o lado mais turístico do país.
Gostaria de ter compartilhado mais sobre essa viagem e muitas outras coisas que passaram esse ano, dúvidas, descobertas, mas é como dizem, a vida atravessou meu caminho. Ser mãe de duas, sem ajuda nem família por perto não é fácil. É certo que família por perto não é sinônimo de ajuda, mas na hora do aperto é melhor que nada. E considerando as minhas famílias, seria realmente uma ajuda e tanto. Também devo reconhecer que tem gente em situação pior, mas isso não deveria ser nunca medida de felicidade… apesar de ter certeza de que nasci pra isso, ser mãe, muitos dias penso que não vou dar conta. Mas aí me dou conta que não tem volta atrás, devolução, garantia ou manual de instruções. Como muito um guia prático, e alguma outra mãe, na blogosfera ou na vida real que te da um piscar de olhos, dizendo êpa, já estive na sua situação, companheira. Porque quem nunca pensou que o filho é na verdade um astronauta, vindo de outro planeta pra bagunçar – ou consertar – a nossa vida? Porque mãe é tudo farinha do mesmo saco, adora contar as fofices das filhas da boca pra fora, mesmo enlouquecendo no dia-a-dia.
O blog nasceu para contar histórias de uma que tinha ido embora de casa e do pais em busca de sensações e evoluiu para um blog sobre maternidade. Agora a Ana cresceu e não queria repetir as mesmas histórias, só mudando o nome da cria… Meus interesses, as dúvidas e curiosidades também evoluíram e agora me preocupa muito a situação da mulher no mercado de trabalho, na mídia, a educação das meninas, a educação em geral. Era caca-culo-pedo-pis e me divertia muito escrevendo e lendo os comentários. E a verdade é que ainda não encontrei a forma de fazer caber os novos temas sem deixar de ser interessante para quem lia antes e continua dando uma olhada pra ver quando vai ter um post novo. Talvez não seja possível. Como a história da lagarta e a borboleta, é preciso tempo pra crescer e uma metamorfose para evoluir e seguir viva.
Assim que, agradeço imensamente quem chegou até aqui – neste post e na trajetória do blog. Convido a continua e ver essa evolução, revolução. Conectar, tocar, emocionar. Por isso escrevo e leio. Por isso estou aqui. Obrigada, e que venha 2014!

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