As aventuras de Mini e Maxi

O grande Deus Mu-dança

A-do-ro Gilberto Gil, mas este post não tem nada a ver com ele, a parte o fato de que o cara faz sempre parte da trilha sonora da minha vida. “Talvez em paz Mu dança, talvez com sua lança”.

O desafio da temporada é sair de férias com o marido e as crianças e mudar de casa, sin perder la ternura. Tenho a tendência de ser exageradamente otimista, beirando ser inconsequente, naive. Por isso não temo a mudança em si, coisa que simplesmente apavora o marido. Tanto que a gente vai mudar de casa por causa da minha insitência, se dependesse dele a gente ia ter que aguentar neste apartamento muito mais tempo. Felizmente – para todos os envolvidos – uns amigos acabaram de mudar e a Kristin compartilhou comigo suas angústias, erros e pensamentos para fazer uma mudança melhor. Também fui ler sobre o assunto da minha biblia da decoração (Apartment Therapy) e agora tenho a minha opinião mais ou menos formada sobre o assunto:

1. Independente do método escolhido para fazer as caixas – tudo de uma vez ou uma caixa ou quarto por vez – todos concordam que deixar tudo para o último dia é um erro. Certamente faltarão caixas, ou você vai terminar levando coisas desnecessárias, ou sem saber onde estão as coisas importantes.

2. Duas ou três semanas é um bom prazo para começar as fazer as caixas, começando pelas roupas da outra temporada (no Brasil é complicado, eu sei) e pelos móveis grandes que precisam ser desmontados – menos os armários porque desmontados ocupam mais espaço que deixar onde estão…

3. Fazer tudo com tempo e calma permite fazer aquela triagem básica (vender/doar/jogar fora/levar) e diminuir as caixas totais.

4. Se tiver crianças, faça com que participem, preparando uma caixa com seus brinquedos favoritos.

5.Tenha em mente que na chegada à casa nova é melhor que as pelo menos as coisas dos pequenos esteja à mão, porque eles ficam muito estressados.

Com essas idéias novas na cabeça, vou pra casa hoje empacotar a roupa de inverno, os quadros, enfeites e outros bibelôs. Os brinquedos das crianças e os livros também, na esperança de encontrar pelo caminho coisas para doar/vender/jogar fora, etc.

Esse é um trabalho em andamento, aceito vossas preciosas sugestões!

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