Meleca Amarela

Ana

Ontem meu pai foi embora e tudo ficou menos com cara de férias. Já estou treinando para quando minha mae for também, na sexta-feira. Já consegui por a Ana no sling sem ajuda e assim coladinhas fizemos várias coisas pela casa.

A Ana já tem um pouco mais de um mês e já ficou grande para algumas roupinhas de recem-nascida. Como o tempo é o nosso bem mais escasso, aproveito uns minutinhos dela dormindo para falar de coisas que nao quero esquecer.

Ela faz um biquinho e vira os olhinhos pra cima quando está produzindo a meleca amarela.Dá até vontade de comprar um peniquinho.

Ela sorri pra mim de um jeito diferente de como ela ri para as outras pessoas. É ainda mais evidente quando está no meu colo… Ela tem um jeitinho muito fofo de cruzar as maos embaixo do quiexo para dormir encostada no meu peito que me deixa louca.

Às vezes ela grita e chora e eu nao entendo nada. Eu sei que pode ser dor, ou fome, ou cocô, ou nada. Entao eu abraço bem forte e digo eu te amo, te amo. Eu sei que ela nao entende disso ainda, mas eu sou assim.

 

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12 comentários em “Ana

  1. Ah, ela entende sim…claro que entende! Que delícia vc contar todas essas coisinhas, conte sempre pra gente acompanhar! É tudo tão rápido que as fofuras vão mudando tanto…é melhor mesmo escrever pra não esquecer.
    beijo enorme pra vc e pra Ana!

  2. Lindo post, Mari!
    Imagino o que vc deve estar sentindo esses dias, e um pouco da saudade antecipada. Ou talvez uma sensação de que “será que eu vou dar conta?”.
    Vai dar tudo certo!!, talvez a saudade dos pais seja diferente depois que a gente vira mãe, para nós e para eles.
    (pero, es lo que hay, né?)
    Mas, tem um outro lado tambem nessa historia de agora ser mais você e ela. montar tua rotininha com a pequena, e isso é importante pras duas. Momentos bons e outros nem tanto. A vida como ela é.

    Quero ver vocês de novo!! Manda beijos e boa viagem pra tua mãe, adorei conhece-la.

    e muitos beijos pra voces

  3. Mariana,

    É bom mesmo escrever essas coisas pra não esquecer. Eu também acho que ela me olhava de um jeito diferente (veja que boba que sou!), e ficar com ela no colo na cadeira de balanço toda manhã era a coisa mais deliciosa do mundo. E da qual sinto mais falta, além de você, é claro.
    Beijos,

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