Maricotinha em LA

Fim

Gente, acabou. Tudo bem que estou escrevendo já daqui de Barcelona, mas acho importante terminar o blog:

O último dia nao foi bem de despedida, foi mais de curtir até a últiam gota. Depois da praia fomos passear em uns canyons que tem por ali, é a montanha atrás do mar. Só nao é mais lindo porque é super seco e nao tem animais soltos. Tem umas casas enormes e sem muros, com seus moradores lavando os carros, tudo normal. De repente passa uma cidade – igual de filme, com seu mercadinho e seus jipes na porta – e uma placa convidando para o cantinho da vovó. Nao fosse pelos Thunderbirds e Mustangs na porta e eu ia achar que estávamos em Visconde de Mauá. Ah, a comida é mexicana. A essa altura do campeonato meu estomago ja esta do tamanho dos Estados Unidos e nem o Andrew acreditou quando eu bati pra dentro um burrito do tamanho do prato. Meu segredo foi tirar um pouco do camarao – que era super-picante – e comer todo o arroz com feijao. Depois comi o camarao e ficou tudo certo.

Anoiteceu e voltamos para a cidade. Eu ainda queria passear em Santa Monica, que tinham me dito que era super bacana. Fomos para a Promenade – uma rambla, ou calcadao – cheia de vendedores ambulantes e artistas de rua. De hip hop a jazz, havia para todos os gostos. Passeamos, olhamos vitrines e finalmente eu comprei uns creminhos que a minha mae tinha pedido. Já eram oito da noite quando voltamos pra casa e eu ainda tinha que arrumar a mala.

Meu voo era às seis e meia da manha e quando o Andrew foi embora às 12.30 nao me sobrava muito tempo para dormir. Mesmo assim dormi bem, acordei com tempo de fazer tudo com calma, ligar pro taxi e ir para o aeroporto.

Conheci na fila uma sueca bem legal que me fez companhia até o horario do nosso voo na Filadelfia. A Mia morou no Brasil tres meses há dez anos atrás, quando ela fazia do paragliding sua profissao. Hoje ela é enfermeira e só voa para se divertir. Enfim, ela foi pra Estocolmo e eu vim pra ca. Quem sabe a gente ainda se encontra na California?

Depois de 15 horas de viagem que eu senti como se fossem 24, cheguei em casa, sem maiores complicaçoes que uma mega-turbulencia que durou mais de uma hora em cima do oceano. Meu companheiro de fila era um fisíco e ficou conversando comigo, porque ele pensava que eu estava tendo uma crise de panico. Era mais ou menos isso, mas causada por uma dor de cabeça que eu achava que ia estourar o cranio. A viagem acabou, mas a lembranças vao ficar na minha memoria e aqui para sempre.

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